Bem... assim é mais fácil (parece). Só dizer, conversar. Fim da preocupação. Começo da outra. Pergunte uma coisa e respondo oito mil. Duzentas. Mas parece que a inspiração não está em momentos felizes. Acredito mesmo! Sem ironia.
Nada me atormenta. Não que me lembre o tempo todo. Saudade? Sim. É bom, é amor, da forma que for. Medo de acabar, invasão. Sem futuro, ainda está tudo bem. Eles chamam: todos a bordo! Um pedaço, uma jovem titã, que imaginação.
Então, o Romantismo, Realismo, Modernismo e, por último, Egoísmo. Derivaram-se de diversos tempos. Agora, estão em movimento de síntese e introspecção. O diálogo dá-se no formato "eu x você", e aí estamos consumindo. Vendamo-nos para o "me", tal brinquedo torto. Eu me vendo!
E volto para aquela pergunta inicial, com a qual faço questão de não me importar. Mesmo achando que todo invento é um passar de tempo, passo porque quero estar. Buscar porquês sabendo o porquê. Confundir tudo! Estou aqui, pronta e desprevenida. Quero transbordar.
É preciso falar. Eu preciso falar.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
diante da luz do sol me sinto nua (desprotegida também).
hoje não tenho muito pra oferecer sobre mim.
não tenho muito pra oferecer pra agradar ninguém.
tenho poucas palavras.
um nó na garganta.
um punhadinho de uma tonelada de tristeza.
tenho insônia.
por favor, apaguem o sol e me deixem fingir que é noite.
assim, toda dor aflorada volta a se acalmar dentro de mim.
e fechem a porta quando sairem.
obrigada.
hoje não tenho muito pra oferecer sobre mim.
não tenho muito pra oferecer pra agradar ninguém.
tenho poucas palavras.
um nó na garganta.
um punhadinho de uma tonelada de tristeza.
tenho insônia.
por favor, apaguem o sol e me deixem fingir que é noite.
assim, toda dor aflorada volta a se acalmar dentro de mim.
e fechem a porta quando sairem.
obrigada.
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