sábado, 22 de novembro de 2008

Passado o furacão e as pedras da chuva, olho as pessoas correndo lá fora e percebo o quanto tudo tá tranquilo aqui dentro. Hoje dou risada e agradeço pela minha superioridade nata. Convicções, a pupila voltada pra um outro lado. Uma hora tinha que acontecer.

Café.

E esse livro? ai, esse maldito livro. Meu sonho era vê-lo ardendo em chamas. Esse Figueiredo é um alucinado, tenho certeza! e segunda lá vou eu, (des)ESPERA-DA-MENTE responder questões absurdas a respeito de suas filosofadas enlaricadas que eu nem pedi pra saber. (e que eu nem entendo!)

Café.

Filosofadas enlaricadas, cabeça no limite, olhos querendo fechar, final da inúmerável xícara de café da última semana. Semana? só mais uma semana!

Café.

Aí, eu abro o armário para arrumá-lo, mudar tudo de lugar. E reparo como o passado não fazia parte de mim, aquele passado nem interessava. Acho que não interessa mesmo... Pouco dele é o suficiente.

Meu futuro é uma xícara de café e é só para constar.

[Débora Cafeína Schwab Branco.]

Um comentário:

Emmanuel Fornazari disse...

Café já não faz efeito. Eu me contento com água mesmo.



Mas tem horas que o melhor é mandar tudo pra p... e ir sonhar com as páginas que faltam! há!
Odeio, mas não consigo largar de tudo isso!