Não quero ser, não quero existir. Quero viver, quero sentir!
Arte é tudo e qualquer coisa. Está dentro de cada um e em qualquer lugar ao redor. Você não adota a arte, ela é como ímã e você, metal, torna-o um espírito artístico. A arte não é uma doutrina, talvez seja um modo de vida, vida inteligente abstrata que invade o planeta. A arte não se pega, se sente. É uma tamanha ignorância querer comparar a arte com alguma coisa, mas assim como o amor e o ódio, é uma ocorrência a ser definida, ao mesmo tempo que tão simples, ela é detalhada, infinita e complexa. Ela pode ser tudo o que você quiser e tudo o que você quiser pode ser arte. Como qualquer outra forma de expressão existente, depende do ponto de vista dizer o que é arte e o que não é. E como pode haver pessoas tão frias que não se curvem diante de uma simples pedrinha na rua para observar seus traços? Seus simples detalhes profundos? A arte não veio do nada, não surgiu como uma estrela no espaço... ela é um meio, ao mesmo tempo que é um fim. São os sentimentos mais profundos de um ser humano expostos. Eu quero arte! Eu respiro arte, meu corpo é um bando de arte, eu penso arte, eu movo meus dedos arte, eu sinto arte, eu sou arte!
deixe-se fazer uma arte para mim. Seja!
os carros não param e eu preciso de...
...ah, ninguém precisa saber de que.
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