terça-feira, 15 de setembro de 2009

Não se dá ao luxo de chorar no cotidiano. Porque já passou da hora ou porque é perda de tempo e precisa dormir. Precisa acordar cedo, estudar, estudar. Precisa sair e ver um enorme nada a torná-la pequena.

Estou na calçada: o que ela quer fazer? Vamos sentar ali no gramado. Com um gesto das mãos, a calçada se transforma. Está procurando no lugar errado? Está mudando sua mágica de transformação? Conhece e perde.

Irrita-se com a oscilação entre sonho e realidade. Na retomada de consciência da parte mais confortável do sonho, está acordada. Pressão. Se entende? Finge que está ouvindo. Finge questionar. Não está mais aí.

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