A vida rola e a gente reclama. Ainda que revolucionários, nos consideramos imóveis. Passamos por situações boas, situações ruins, tentamos apoiar pessoas que precisam do nosso ombro pra chorar mesmo não estando no mesmo buraco, mesmo não sabendo como dar a mão para levantá-las, mesmo muitas vezes precisando de apoio muito mais do que elas. E quando estamos no buraco junto, tentamos arrumar forças para enxergar lá fora.
Não é pura coincidência o rompimento de nosso egoísmo, não é pura idiotice olhar pro lado de vez em quando. E olhando pra dentro, vemos que nosso tempo está indo embora, mas olhando pro lado, vemos que não em vão. Empatia total pode machucar, mas egocentrismo machuca mais ainda, cria mais culpa ainda.
Fases e mais fases... Com sinceridade, às vezes gostaria de exerimentar o egoísmo mais vezes. Cansa! Mas não importa, estou aqui. Nem sempre pronta, nem sempre feliz, nem sempre livre, mas viva, é claro.
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2 comentários:
Querida Deborah, minhas intenções em escrever sobre a morte são pura e simplesmente reflexões sobre o que fazemos com a vida, e sem a morte a vida não seria tão emocionante como ela o é. Sobre esse seu post, se pensarmos mais ao fundo, com uma caridade reciproca, poderiamos ser muito mais humanos dentro de uma sociedade de produtos que vira e mexe se debate em lutas EGÓICAS, tentando vender por vender o seu modo de viver. Mas felizmente tem gente que não quer comprar, vender e muito menos emprestar, quer que cada um tenho o seu direito de ser. Sim, somos um aglomerado de sentimentos, e sim, curti mto o seu post. Beijos
"Querida Deborah"... hahahahaha quase dois desconhecidos.
adorei, Sr. Zelador. hahaha
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